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MANUAL DE HEMATOLOGIA VETERINÁRIA

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  • Codigo: 00818
  • Fabricante: Editora Varela
  • Disponibilidade: Disponibilidade imediata 2un
de: R$94.00


Descrição do Produto

MANUAL DE HEMATOLOGIA VETERINÁRIA
ORGANIZADORES:
CARLOS EUGENIO KANTEK
Editora: Varela
ISBN-10: 8585519088
ISBN-13:
Formato: Médio
Acabamento: Brochura
Idioma: Português
Origem: Nacional
Edição: 2
Número de páginas: 206
Ediçao : 2005



Descrição:

MANUAL DE HEMATOLOGIA VETERINÁRIA ORGANIZADORES: CARLOS EUGENIO KANTEK Ex-Professor Titular do Departamento de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Paraná. Ex-Diretor do Laboratório de Patologia Clínica do Hospital Veterinário da Universidade Federal do Paraná. Mestre em Patologia Veterinária pela Universidade Estadual de Ohio, EUA. Doutor pela Universidade de Paris VI, França. Hematologia (do grego haima, haimatos, sangue e logos, palavra, razão) é o estudo do sangue e suas doenças. Do ponto de vista didático, podemos dividir a hematologia em duas áreas: a hematologia propriamente dita, que é o estudo das doenças do sangue como entidades clínicas, e o diagnóstico hematológico, que é a identificação, não só das doenças primárias das células do sangue, mas – e isso é bem mais freqüente – também daquelas doenças ocorridas em outros tecidos e órgãos e que se refletem nos parâmetros sanguíneos. É comum em animais por exemplo, parasitoses gastrointestinais levarem o paciente a um grau de anemia que chega a determinar a sua morte. Neste caso, o diagnóstico hematológico é, embora importantíssimo, apenas complementar; enquanto não for tratada a enfermidade primária, neste caso a parasitose, o tratamento da alteração hematológica, a anemia, será apenas paliativo. Outro exemplo é o da desidratação. Em princípio, a desidratação não pode ser considerada como uma doença do sangue propriamente dita. Os parâmetros hematológicos de um animal desidratado, no entanto, estão entre os primeiros a sofrerem alterações; a elevação do hematócrito e da hemoglobina circulante são considerados os meios mais fáceis e rápidos de diagnosticar esses casos. As alterações da série branca, igualmente, também são reflexos de processos mórbidos que se desenvolvem em outros tecidos ou locais, que não o sangue ou o meio vascular. Os leucócitos produzidos e liberados com maior intensidade pela medula óssea apenas utilizam a rede vascular como avenida para chegar até o local da inflamação, e nesse caminho são apanhados pela agulha da colheita. Na interpretação de um laudo hematológico – talvez mais do que em qualquer outro tipo de exame clínico – é necessário ter sempre em mente que o resultado que se tem à mão é apenas um instantâneo dentro do processo dinâmico que é a doença. As alterações dos números e formas das células do sangue, tanto da série vermelha como da branca, são reflexos da evolução, para pior ou para melhor, desses processos. Leucocitoses progressivas com números ascendentes indicam que o mecanismo inflamatório ainda não atingiu seu ponto culminante, e que o organismo de certa forma ainda tem reservas em sua capacidade de reação ao agente agressor. Por outro lado, contagens sucessivas de leucócitos, principalmente neutrófilos, em curva descendente, sugerem que essa capacidade está se exaurindo e que um prognóstico desfavorável deve ser levado em consideração. O hemograma, através da volta progressiva aos parâmetros normais, é também um dos melhores métodos para avaliar o acerto na escolha de uma terapia. Naturalmente é preciso também levar em conta o que é ‘‘normal’’. De um modo geral, os parâmetros hematológicos considerados normais para uma espécie animal são aqueles obtidos de populações aparentemente sadias. Quanto maior o tamanho da a mostra, menor será a possibilidade de erro. Alterações circadianas ou de situações consideradas fisiológicas, como as verificadas após as refeições ou durante a gestação devem ser consideradas e são discutidas no texto. AC MPANAHA C O D CO + DE 0 OTOS! M 2 0 F APRESENTAÇÃO .................................. ..11 1. INTRODUÇÃO ..................................... ..13 1.1 Histórico ................................... ..13 1.2 Definição .................................. ..14 1.3 Legislação .................................. ..15 1.4 Classificação Química ..................... ..18 2. ISOFLAVONAS ........................

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